sexta-feira, 19 de agosto de 2011

30 MILHÕES NO RALO DA COPA

No dia 30/07/2011 ocorreu o primeiro evento oficial da copa do mundo de 2014. A fifa sorteou os grupos para as eliminatórias. Ao custo de R$ 30 milhões (us$ 19 milhões ou 13,5€ milhões)* em patrocínio, ou seja, não sujeitos a prestação de contas, da prefeitura do Rio de Janeiro e do governo do estado. Dinheiro este que reverteu para uma das empresas da holding da rede globo de televisão, que o organizou e transmitiu. Para que o blatter ficasse tranquilo o aeroporto Santos Dumont ficou 4 horas fechado. Qual seria o risco para os potentados do futebol se os pousos e decolagens ocorressem? Será que o suíco tem medo que alguém lance um avião contra o local onde se encontra? Uma organização privada estrangeira exige o fechamento de um aeroporto e o custeio das despesas, o governo brasileiro humilhantemente se ajoelha aceita e paga a conta.

O pior de tudo é que foi apenas o início. Somente para o novo estádio que será construído em São Paulo a prefeitura municipal concedeu isenções tributárias para os construtores no valor de R$ 420 milhões. Este é apenas um das despesas públicas indiretas. Somente nas diretas para a reforma ou construção de novos estádios a previsão chega a R$ 5 bilhões. Na sua grande maioria bancada diretamente pelo governo, a pequena participação da iniciativa privada é feita com empréstimos subsidiados concedidos pelo BNDES.Os defensores do uso das verbas governamentais pertencem a dois grupos: os empreiteiros que delas se beneficiarão ou os "partidários" do mitômano de nove dedos, que também poderia ser chamada de Narciso megalômano

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